Parques Tecnológicos

Parques Tecnológicos

Segundo o site da Prefeitura de São José dos Campos a cidade hoje possui dois importantes Polos, o Parque Tecnológico de São José dos Campos e o Parque Tecnológico da Univap (https://www.parquetecnologico.com.br/parque-tecnologico.html), além do APL - Arranjos Produtivos Locais, desenvolvidos no Parque Tecnológico e composto por empresas de pequeno porte.

                                                                                                              

O Parque Tecnológico de São José dos Campos, situado no Distrito Eugênio de Melo, na Zona Leste da cidade é um ambiente de convergência, voltado para a competitividade e o desenvolvimento sustentado - assim é o Parque Tecnológico São José dos Campos, que abriga em sua estrutura, seus programas e projetos três incubadoras de empresa, quatro centros empresariais, dois Arranjos Produtivos Locais (APL), quatro centros de desenvolvimento tecnológico, três laboratórios multiusuários, um escritório de negócios, seis universidades parceiras e três galerias do empreendedor.

APL TIC Vale (https://pqtec.org.br/projetos/apl-tic-vale/)

O Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação e Comunicação (APL TIC Vale) foi criado em 2011 e hoje reúne 67 empresas que atuam no desenvolvimento de hardwares, softwares e serviços de TI, com foco em varejo, cidades inteligentes e indústria 4.0. Este APL busca prover um ambiente favorável ao desenvolvimento tecnológico e de processo contínuo, alinhado às práticas de mercado, e propiciar a capacitação permanente para gestão de produtos e serviços reconhecidos como soluções de classe mundial. Também estimula a implantação de melhores práticas em gestão administrativa e de pessoas para sustentar o crescimento das empresas associadas.

Atualmente, o APL realiza, nas dependências do Parque Tecnológico, a RM Vale TI - Feira de Tecnologia e Inovação

Cluster Aeroespacial e de Defesa

Brazilian Aeroespace Cluster

Com formato de Arranjo Produtivo Local (APL), foi formado em 2009 e reúne 94 empresas das cadeias aeroespacial e defesa. Sua empresa-âncora é a Embraer. Ao todo, são 23 mil postos de trabalho e faturamento anual de U$ 7 bilhões. As empresas, em sua maioria, atuam em consultoria, engenharia, serviços, indústria e manufatura, e defesa e segurança.

No Brazilian Aeroespace Cluster há empresas de seis estados brasileiros; a maior parte delas (60%), porém, está sediada em São José dos Campos (SP), algumas dentro do próprio Parque Tecnológico.
Vários benefícios são oferecidos pelo Brazilian Aeroespace Cluster às empresas associadas, como participação em feiras nacionais e internacionais, missões comerciais, rodada de negócios, formação de consórcios. E há programas visando a internacionalização, a capacitação e a obtenção de certificações.

O Brazilian Aeroespace Cluster é o executor do Projeto Setorial Aeroespacial da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

                                                                                                               

O Parque Tecnológico Univap é uma unidade estratégica de negócios da Fundação Valeparaibana de Ensino (FVE), fundação comunitária de direito público privado e mantenedora do parque, sediada na cidade de São José dos Campos/SP. O edifício sede do Parque, com área construída de 19 mil m², foi inaugurado em abril de 2005.

O edifício do Parque Tecnológico possui área total dos módulos de 9.362,27 m² (51 Módulos, 3 Escritórios). Além desses módulos, faz parte da área do Parque um galpão de 2 mil m². Estão previstos no projeto a instalação de Salas Limpas, Laboratório de PD&I e novos Espaços Empresariais. Além dos recursos financeiros, essa movimentação de pessoas, empresas e recursos no âmbito do Parque geram um efeito de aglutinação de atividades voltadas ao desenvolvimento científico e tecnológico, bem como ganhos sociais, intelectuais e outros intangíveis para o Sistema Ensino da FVE.

O Parque Tecnológico Univap tem como foco principal desenvolver negócios e projetos de inovação tecnológica com micros, pequenas e médias empresas, preferencialmente nacionais. As empresas instaladas no Parque Tecnológico Univap abrangem as seguintes áreas do conhecimento: Desenvolvimento e Consultoria de Software; Tecnologia da Informação; Engenharia Aeronáutica e Aeroespacial, Automoção e Mecânica; Sistemas de Treinamento presencial e a distância; Engenharia Elétrica/Eletrônica; Sensores para Satélites; Engenharia Consultiva; Diagnóstico Clínico; Engenharia para os segmentos farmacêuticos; e, Engenharia Biomédica.

O custeio operacional e a sustentabilidade do Parque estão centrados no uso de recursos financeiros próprios ou oriundos da iniciativa privada a partir de parcerias de investimento. Os recursos financeiros oriundos da esfera pública na forma de fomento ou subvenção funcionam apenas como alavancas financeiras contributivas para os novos projetos e programas de cooperação universidade-empresa do Parque. Desta forma, o Parque não utiliza modalidades do tipo contratos de gestão de recursos públicos para suportar o custeio de suas operações.

A estruturação do planejamento do Parque Tecnológico Univap segue três pilares básicos, que visam maximizar a capacidade de criação e captura de valor desta iniciativa por parte da organização originadora do Parque, a Fundação Valeparaibana de Ensino, a saber: Fit Estratégico (alavancar e criar sinergia), Investimentos em infraestrutura e negócios e Captura de valor. Cada um dos pilares tem por objetivo final a geração de recursos, inclusive financeiro, para o negócio Parque Tecnológico e para o sistema FVE de Ensino, melhorando os indicadores ROE (Return on Equity), ROI (Return on Investment) e Receita.

Fonte: Prefeitura Municipal de São José dos Campos (https://www.sjc.sp.gov.br/servicos/inovacao-e-desenvolvimento-economico/tecnologia/)

 O DCTA - Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial

                                                                                                               

A origem do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) remonta aos idos de 1967, quando da publicação do Decreto que estabelece a Estrutura Básica da Organização do Ministério da Aeronáutica.

Este Decreto, de nº 60.521, de 31 de março de 1967, dispõe em seu Art. 65: “O Comando-Geral de Pesquisa e Desenvolvimento” é o Grande Comando incumbido de assegurar a consecução dos objetivos da Política Aérea Nacional, nos setores da ciência e da tecnologia, competindo-lhe em particular a orientação, incentivo, coordenação, apoio e realização da pesquisa e do desenvolvimento relacionados com os assuntos aeronáuticos e aeroespaciais, bem como da indústria empenhada no trato desses assuntos.

O “Comando Geral de Pesquisa e Desenvolvimento” foi então criado pelo Decreto nº 64.199, de 14 de março de 1969, tendo as seguintes alterações de denominação até a atual:

- “Departamento de Pesquisas e Desenvolvimento (DEPED)”, denominação alterada e ativado pelo Decreto nº 65.450, de 17 de outubro de 1969;

- “Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA)”, denominação alterada pelo Decreto nº 5.657, de 30 de dezembro de 2005; e - “Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA)”, denominação alterada pelo Decreto nº 6.834 de 30 de abril de 2009.

O DCTA é o órgão de direção setorial, localizado em São José dos Campos, Estado de São Paulo, ao qual compete planejar, gerenciar, realizar e controlar as atividades relacionadas com a ciência, tecnologia e inovação, no âmbito do Comando da Aeronáutica.

Ao DCTA subordinam-se as seguintes organizações militares:

- Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA);

- Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC);

- Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE);

- Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI);

- Instituto de Estudos Avançados (IEAv);

- Grupamento de Apoio de São José dos Campos (GAP- SJ);

- Centro de Lançamento de Alcântara (CLA);

- Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI);

- Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV);

- Centro de Preparação de Oficiais da Reserva da Aeronáutica de São José dos Campos (CPORAER-SJ); e

- Prefeitura de Aeronáutica de São José dos Campos (PASJ).

 Unidades subordinadas administrativamente ao DCTA:

 - Centro de Computação da Aeronáutica São José dos Campos (CCA-SJ), do COMGAP;

- Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA), do DECEA;

- Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de São José dos Campos (DTCEA SJ), do DECEA;

- Instituto de Aplicações Operacionais (IAOP), do COMPREP.

Com órgãos sediados em diferentes localidades, como Brasília, Alcântara, Natal e São José dos Campos, o DCTA reúne um expressivo contingente de alto nível, na ordem de 5.500 militares e servidores civis, dentre engenheiros, pesquisadores e técnicos nas mais diversas especialidades e áreas, que atuam em projetos de vanguarda e de grande valor estratégico para o país.

                                                                                                                  

https://www.dcta.mil.br/

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